por Equipe JobsFans

Conto Erótico: Lucy Colega de trabalho

04 Fev, 2026

Lucy trabalhava no mesmo escritório que eu, sentada a poucas mesas de distância. Nossos olhares se cruzavam em momentos aleatórios, mas foi só no almoço de Natal da empresa que nos aproximamos de verdade. Sentamos lado a lado, rindo de piadas bobas e descobrindo interesses em comum – filmes antigos, viagens imaginárias e um senso de humor sarcástico que nos unia. Não demorou para que ela se juntasse ao nosso grupo nas sextas-feiras no bar, onde as conversas fluíam como cerveja gelada.

Ela não era do tipo glamorosa, com roupas simples e um pouco desgastadas, morando em um apartamento apertado com o marido preguiçoso. Ele era o oposto de tudo: nunca trabalhara um dia na vida, vivendo de benefícios estatais, fumando o dia todo e jogando videogame enquanto fingia procurar emprego. Nos eventos da empresa – só os com bebida grátis, claro – todos se perguntavam por que Lucy ficava com ele. Talvez ela visse algo nele que ninguém mais via. Ou talvez ele fosse incrível na cama. Quem sabe?

Mas Lucy... ah, Lucy era marcante. Seus cabelos loiros longos brilhavam como raios de sol filtrados pela janela do escritório, e seu sorriso era quente, convidativo. Alta – uns sete centímetros a mais que eu, mesmo sem saltos –, com um corpo esguio que ela mesma admitia não ser mais tão firme quanto antes. "Algumas partes balançam ultimamente", dizia ela, rindo. Do que eu via, nada parecia frouxo... exceto aqueles seios grandes e tentadores, que eu imaginava balançando sob a blusa. E seus pés? Nunca pensei que pés pudessem me excitar, até o dia em que ela tirou os sapatos durante uma reunião. Dedos delicados, curvas suaves – algo neles me deixou hipnotizado, desejando tocá-los.

Um dia, subindo as escadas dos fundos para o escritório aberto, encontrei Lucy arquivando papéis nos armários perto da porta. Ela estava inclinada para frente, e um botão de sua blusa havia se aberto, revelando um vislumbre provocante do decote. Meu coração acelerou. Ela se endireitou ao me ver, disse "oi" com um sorriso, e o momento sumiu. Minutos depois, passando pela minha mesa, o botão já estava fechado. Mas aquela imagem ficou gravada na minha mente.

Horas mais tarde, nos encontramos na cozinha fazendo chá. Uma caneca abandonada ali nos fez rir, até que Greg, do escritório vizinho, entrou correndo, pegou a dele e, ao sair, virou-se com um sorriso malicioso: "Boa vista dos seus peitos quando você estava arquivando, Lucy. Obrigado por isso." Ele sumiu, deixando o ar carregado.

Lucy corou, olhando para mim. "Você viu também?"

"Vi um pouquinho, mas nada demais. Greg é um idiota, só quer chocar."

Ela riu, mas parecia constrangida. "Ele fica me espiando pela porta. Pervertido... Mas olha, minhas roupas são velhas, botões soltos, zíperes frouxos. Não posso comprar novas agora. Pode me avisar se eu estiver mostrando mais do que devo? Te dou meu número pra mandar mensagem."

"Claro, mas vou apagar depois. Difícil explicar pra minha esposa", respondi, piscando.

Nos dias seguintes, mandei mensagens: um zíper aberto na saia, outro botão traidor. Nossa amizade cresceu – conversas diárias, risadas compartilhadas. Mas algo mais fervia por baixo.

No final da primavera, Lucy e a equipe preparavam uma apresentação crucial para clientes. Eu não estava envolvido, mas via o estresse dela. No dia D, ela vestiu suas melhores roupas: blusa emprestada da irmã, saia justa. Estava linda, mas ansiosa com problemas de TI. Pouco antes do almoço, notei um defeito: o fecho do sutiã parecia solto. Mandei mensagem.

Dez minutos depois, veio a resposta: "Preciso de ajuda. Me encontre no escritório do Diretor de Vendas. Não deixe ninguém ver."

Intrigado, fui. O diretor estava viajando, e Lucy tinha a chave – regava as plantas dele. Entrei, tranquei a porta. Ela estava lá, olhos vermelhos de choro.

"Posso confiar em você? Não conte pra ninguém."

"Claro. O que houve?"

"O sutiã rasgou. É velho... Os ganchos furaram o tecido. Hoje, de todos os dias! Tenho um alfinete de segurança. Pode tentar consertar?"

Tentei não rir, vendo o pânico dela. "Vou tentar."

Ela desabotoou a blusa devagar, virando de costas. Um vislumbre rápido daqueles seios balançando no sutiã frouxo me deixou sem ar. Ela me passou o alfinete. Era minúsculo.

"Não vai aguentar. Seus... bem, eles são generosos."

Ela riu, recuperando o humor. "Proporcionados, né? Mas e agora? Não tenho tempo pra comprar outro. Vou tirar e ficar sem."

"Isso é loucura", protestei, mas ela já tirava o sutiã, dando-me flashes tentadores. Meu pau reagiu instantaneamente, ignorando a crise.

Ela abotoou a blusa e virou-se. O tecido de seda vermelha, apertado, revelava tudo: mamilos endurecidos, aréolas sombreadas. "Como estou? Sincero."

"Fantástica... pra um encontro quente. Mas pra uma apresentação? Distração total."

Ela murchou. "O que faço?"

Olhei o sutiã. "Me dá detalhes exatos – tamanho, tipo. Vou comprar um na hora do almoço."

"Você faria isso? Você é um anjo!"

Enviei os detalhes por mensagem enquanto dirigia. Na loja, a vendedora explicou tudo, mas eu só pensava em Lucy. Paguei em dinheiro – sem rastros no cartão.

Voltei e a encontrei na sala de conferências. O alfinete havia cedido; ela saiu comigo, braços colados ao corpo. No escritório vazio, ela desabotoou a blusa sem hesitar. O sutiã caiu, revelando aqueles seios perfeitos por um segundo antes de ela se cobrir e virar. Mas foi o suficiente para me deixar louco.

"Prenda pra mim?", pediu, ajustando os seios no novo.

Fiz na terceira tentativa, roçando a pele macia. "Não sou expert em prender... mais em soltar."

Ela riu. "Me ajude com as alças. São complicadas."

Mexi nelas, distraído pela visão periférica daqueles mamilos endurecendo. "Distrações demais..."

Ela sorriu. "Obrigada. Você merece o céu por isso."

"Com os pensamentos que tive, duvido que eu vá pra lá."

"Aguarde e veja."

A apresentação correu bem. Às cinco, o escritório esvaziou. Ajudei a arrumar, e Lucy disse: "Me dá um minuto pra regar as plantas. Depois, te pago uma cerveja."

Enquanto esperava, veio a mensagem: "O céu espera aqui. Você merece mais que cerveja."

Meu pulso acelerou. Entrei no escritório, tranquei. Atrás das plantas, Lucy no sofá, pernas cruzadas, blusa semiaberta. Ela a tirou devagar, revelando os seios. "Já que você ajudou a colocar... quer tirar?"

"Céu mesmo", murmurei, aproximando-me. Soltei o fecho, sentindo-a tremer. O sutiã caiu, e ela virou-se, olhos flamejantes. "Olha, eu sei que você é casado... mas iria além de olhar, se eu pedisse?"

Meu casamento era estável, mas sem faísca. "Aqui e agora? Sim."

Ela sorriu maliciosa. "Quero você há meses. Pegue meus peitos, aperte, fala sujo... serei sua vadia hoje."

Chocado, mas excitado, obedeci. Palmei aqueles orbes quentes, sentindo-a gemer. "Porra, que delícia... Chupa eles, aperta forte!"

Chupei com fome, mordiscando mamilos duros como pedras. "Sua putinha safada, seus peitos são perfeitos pra foder."

Ela desabotoou minha camisa, puxou minha calça. Meu pau saltou livre. "Desliza entre eles!"

Fodi seus seios, lubrificados pela saliva, bolas batendo na pele macia. "Goza neles, me cobre!"

Mas vozes no corredor – os faxineiros. "Rápido!", sibilou ela, bombando meu pau com os seios. Gozei forte, jatos quentes no decote, no queixo.

Vestimo-nos às pressas enquanto eles tentavam a porta. "Papéis confidenciais!", gritei. Saímos disfarçando o cheiro com purificador.

No carro pra casa dela, conversamos banalidades. Parando, ela disse: "Adorei. Mas foi único. Somos casados."

"Entendo... mas e mais?"

"Não... a menos que você e Kathy topem um trio. Faz tempo que não brinco com uma mulher."

Pensei um segundo. "Ela nunca toparia."

"Pergunte. Mais mulheres querem do que você imagina."

Dias depois, na cozinha: "Perguntou?"

"Ainda não."

"Que pena. Seria divertido... Mas eu ajudo. Descubra se ela curte a ideia em geral, e eu me apresento como opção."

"Como? Vocês mal se conhecem."

"Deixe comigo. Eu faço mágica quando quero." Seu sorriso prometia segredos, deixando-me obcecado. O que viria a seguir? Eu mal podia esperar para descobrir.

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